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Prefeitura Municipal de Maracás

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Programas

Nesta seção o cidadão encontra à implementação, acompanhamento e resultados dos programas, projetos e ações dos órgãos e entidades públicas, bem como metas e indicadores propostos

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Foram encontrados 5 resultados para a pesquisa.

Programa Mais Educação

Número: 3

Responsável: Secretaria Municipal de Educação

Descrição: O conhecimento é o grande capital da humanidade. Nesse contexto, o educador é um mediador do conhecimento, diante do educando que é o sujeito da sua própria formação. Ele precisa construir conhecimento a partir do que faz e, para isso, também precisa ser curioso, buscar sentido para o que faz e apontar novos sentidos para o que fazer dos seus educandos. O programa Mais educação neste contexto abre espaços, tempos e oportunidades educativas através de oficinas especificas, dando ao educando oportunidade do mesmo ter acesso a uma Educação Integral de qualidade e de forma mais ampla, vivenciando o conhecimento na teoria e trazendo a prática dentro da própria realidade escolar.

Metas: O Programa Mais Educação visa fomentar, por meio de sensibilização, incentivo e apoio, projetos ou ações de articulação de politicas sociais e implementação de ações socioeducativas oferecidas gratuitamente a crianças, adolescentes e jovens e que considerem as seguintes orientações: ? Oportunizar aos educandos uma educação integral de qualidade, com a perspectiva de ampliar tempos e espaços a uma prática associada ao processo de escolarização e de aprendizagem conectada à vida, à saúde, à liberdade, ao respeito, à dignidade a convivência familiar e comunitária, despertando assim um melhor aprendizado as crianças, adolescentes e jovens; ? Promover Educação integral traduzindo a compreensão do direito de aprender como inerente ao direito a vida, a saúde, a liberdade, ao respeito, a dignidade e a convivência familiar e comunitária, e como condição para o próprio desenvolvimento de uma sociedade republicana Estimular a curiosidade e o prazer em aprender, dando novos significados as atividades propostas; ? Estimular a cooperação entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios; ? Contribuir para a formação e o protagonismo de crianças, adolescentes e jovens; ? Diminuir as desigualdades educacionais e sociais por meio da jornada escolar.

Indicadores: A proposta do Programa Mais Educação está baseada na Portaria Interministerial n° 17/2007, no qual destaca a formação e integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação Integral do individuo. A partir dessa percepção o programa atenderá alunos do 1°, 2° e 3° ciclos, com oficinas em turno x contra turno, assim as atividades realizadas durante os turnos serão ministradas por professores comunitários e por um coordenador juntamente com a comunidade, seus agentes e saberes. A participação da comunidade na escola está prevista na Constituição Federal de 1988.

Resultados: Dessa forma o projeto apresenta-se como um espaço onde a educação busque superar o processo de escolarização de forma diferenciada propondo novas estratégias, conhecimento prático e métodos para trabalhar os conteúdos, e tentar construir uma educação onde a aprendizagem seja significativa, para a vida do cidadão.

Informações Adicionais: “Aprender a conhecer é mais do que aprender a aprender. Aprender mais linguagem e metodologias do que conteúdos, pois estes envelhecem rapidamente. Não basta aprender a conhecer. E preciso aprender a pensar, a pensar na realidade e não apenas“ pensar pensamentos”, pensar o já feito, reproduzir o pensamento. Aprender a fazer é indissociável ao aprender a conhecer. A substituição de certas atividades humanas por máquinas acentuou o caráter cognitivo do fazer. O fazer deixou de ser puramente instrumental. Aprender a viver juntos, ou melhor, com os outros. Oferta-nos a chance de compreender o outro, desenvolver a percepção da interdependência, da não violência, administrar conflitos. Descobrir os projetos de cooperação. Essa é a tendência. Aprender a ser baseada no desenvolvimento integral da pessoa: inteligência, sensibilidade, sentido ético e estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade, pensamento autônomo e critico imaginação, criatividade e iniciativa. Para isso não se deve negligenciar nenhuma das potencialidades de cada individuo. Aprendizagem não pode ser apenas lógico-matemática e linguística. Precisa ser integral”.

Programa Despertar

Número: 1

Responsável: Secretaria Municipal de Educação

Descrição: O Programa Despertar com base nos PCNs e na Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA, Lei 9.795/99) tem como objetivo de contribuir para a mudança de hábitos, comportamentos e atitudes com relação às questões ambientais, saúde, ética e cidadania. O Senar-BA, motivado pelas discussões ambientais da década — (Rio-92, PRONEA [1994], a LDB — Lei 9.394/96, PCNs [1997], Lei nº 9.795/99, ProNEA e PNEA (BRASIL, 1999)) -, implanta, em 2005, o Programa Despertar. No primeiro ano de implantação foi feito um piloto em apenas 5 municípios da Bahia: Camacan, Ipiaú, Itagibá, Itapetinga e Miguel Calmon. O Programa Despertar é realizado através da parceria entre o Senar/BA, Sindicatos dos Produtores Rurais e Prefeituras Municipais. O Programa desenvolve um trabalho educacional transformador, à luz dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), com o foco no tema transversal Meio Ambiente e o envolvimento da comunidade rural com práticas de colaboração e participação das famílias, para levar informação aos pais, através das crianças, e assim criar uma ampla rede de difusão de conhecimentos relativos à Educação Ambiental.

Metas: Promover educação voltada para a responsabilidade social, que alavanque mudança de valores, aliada a uma postura cidadã e socioambiental.

Indicadores: A Promoção Social é um conjunto de atividades com enfoque educativo, que possibilita ao trabalhador, ao produtor rural e às suas famílias a aquisição de conhecimentos, o desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais e mudanças de atitudes, favorecendo, assim, uma melhor qualidade de vida e participação na comunidade rural. A Promoção Social tem como princípios: 1. A Promoção Social tem um caráter educativo. 2. As atividades de Promoção Social deverão ser de caráter preventivo. 3. A Promoção Social é um processo democrático. 4. A Promoção Social considera o mundo em permanente processo de mudança. 5. A Promoção Social vincula-se à melhoria da qualidade de vida. 6. A Promoção Social resulta em ganhos para o trabalhador, produtor rural e suas famílias. 7. A Promoção Social contempla conteúdos relativos à saúde, segurança no trabalho e à preservação e à preservação e conservação do meio ambiente. As áreas de atuação da Promoção Social são: ? Alimentação e Nutrição ? Apoio às Comunidades Rurais ? Artesanato ? Cultura ? Educação ? Esporte e Lazer ? Saúde

Resultados: Os municípios atendidos pelo Programa Despertar recebem uma formação para que possam elaborar e executar um Plano de Ação municipal organizado em 6 eixos: 1. Gestão Democrática e Políticas Públicas 2. Currículo 3. Infraestrutura / Espaço Físico Sustentável 4. Produção Sustentável 5. Ações Ecológicas/Convívio com a natureza/ Educação Ambiental e Saúde 6. Comunicação/Visibilidade da Educação Ambiental/ Parcerias As ações previstas nos Planos de Ação dos municípios deverão ser executadas em todas as escolas atendidas. O acompanhamento da execução das ações é realizado pelo SENAR/BA através da realização de Reuniões Regionais de Núcleo e consultorias, quando necessário.

Informações Adicionais: O Programa de Desenvolvimento Regional tem como objetivo atuar de forma representativa e estratégica, com enfoque na Região Sisaleira, para desenvolvimento da agropecuária dos municípios de Conceição do Coité, Riachão do Jacuípe e Valente, através da educação profissional, promoção social, adoção de ações sustentáveis e assistência técnica das propriedades rurais, contribuindo assim para incrementos socioeconômicos e para a melhoria da qualidade de vida na população. O Programa Despertar incentiva a realização de um concurso municipal que premia professores e alunos. O concurso oferece a oportunidade de os estudantes expressarem os conhecimentos construídos durante o desenvolvimento do projeto. Por meio desse evento, será possível perceber mudanças comportamentais alcançadas a partir da reflexão sobre os temas transversais trabalhados. O Senar/BA realiza ainda o Concurso Regional nas categorias Agente Despertar, Portfólio do Coordenador Municipal e experiência Pedagógica do Professor, valorizando as melhores práticas e trabalhos desenvolvidos pelos municípios atendidos. Em 2017 foram distribuídos 90 prêmios nas categorias Portfólio do Coordenador, Experiência Pedagógica do Professor e Agente Despertar. Em 2018 foram distribuídos 35 prêmios nas categorias Portfólio do Coordenador, Experiência Pedagógica do Professor e Agente Despertar, Redação e Desenho.

Programa Formação pela Escola

Número: 2

Responsável: Secretaria Municipal de Educação

Descrição: É um programa de formação continuada, na modalidade a distância, que tem por objetivo contribuir para o fortalecimento da atuação dos agentes e parceiros envolvidos com a execução, o monitoramento, a avaliação, a prestação de contas e o controle social dos programas e ações educacionais financiados pelo FNDE.

Metas: Formar parceiros estratégicos do FNDE e mobilizar cidadãos para atuação no controle social, mediante a oferta de cursos a distância.

Indicadores: ?Rede de Gestão Coordenação Nacional; Coordenação Estadual; Multiplicadores; Suporte Técnico. ?Rede de Tutoria Tutores ?Rede de Cursistas Comunidade escolar e local Cursos Oferecidos: - Competências Básicas Carga horária: 60h •Disponibiliza informações sobre as políticas públicas executadas pelo governo federal na área da educação, o financiamento e o papel do FNDE no apoio e na efetivação dessas políticas. - FUNDEB Carga horária: 60h •Traz a concepção do Fundo como uma política pública de financiamento da educação capaz de promover a equalização na distribuição de recursos, reduzir as desigualdades, contribuir para a universalização da educação e valorizar os profissionais da educação. - Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Carga horária: 60h •Apresenta o PDDE como um instrumento de transferência de recursos às escolas públicas de educação básica, visando fortalecer os princípios democráticos e a gestão participativa. - Programas do Livro (PLi) Carga horária: 40h •Estimula os processos cooperativos de operacionalização dos Programas do Livro, favorece a valorização, o uso crítico, a conservação e a devolução dos livros didáticos, contribuindo para o fortalecimento da gestão da escola pública. - Controle Social Carga Horária: 60h •Capacita profissionais da educação, conselheiros e cidadãos para o correto preenchimento, acompanhamento e controle social das informações do Censo Escolar da Educação Básica. - Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) Carga horária: 60h Engloba questões relacionadas à política pública e ao histórico da alimentação escolar no Brasil, ao papel do nutricionista e às responsabilidades em relação à conservação dos alimentos. Aborda, ainda, a questão da agricultura familiar e as etapas da prestação de contas, sem deixar de mencionar o importante papel do controle social. - Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) Carga horária: 60h Apresenta este sistema eletrônico, SIOPE que promove a coleta, o processamento, a disseminação e o acesso público às informações referentes aos investimentos públicos em educação. - Programas de Transporte do Escolar (PTE) Carga horária: 40 Abrange temáticas relacionadas à implementação dos programas relacionados ao transporte do escolar, ao repasse de recursos financeiros e suas respectivas prestações de contas. - Censo Escolar da Educação Básica – Sistema Educacenso Carga horária: 60h Capacita profissionais da educação, conselheiros e cidadãos para o correto preenchimento, acompanhamento e controle social das informações do Censo Escolar da Educação Básica.

Resultados: Participar do Formação pela Escola é integrar uma rede de cidadãos que têm papel fundamental na gestão, no monitoramento e no controle social dos recursos públicos destinados à educação.

Informações Adicionais: Quem pode participar: Cidadãos que exerçam funções de gestão, execução, monitoramento e prestação de contas e controle social de recursos orçamentários dos programas e ações financiados pelo FNDE, tais como: ?Profissionais de educação da Rede Pública ?Técnicos ?Gestores públicos estaduais, municipais e escolares ?Representantes da sociedade civil em geral tenham interesse em conhecer as ações e os programas do FNDE ?Membros do comitê local do PAR ?Membros dos conselhos de controle social da Educação Básica

Programa Jovens Empreendedores

Número: 4

Responsável: Secretaria Municipal de Educação

Descrição: O Projeto tem como objetivo disseminar a cultura empreendedora e orientar para o plano de negócios, de maneira a estimular os comportamentos empreendedores entre crianças e adolescentes, incentivando-os à prática do empreendedorismo e o protagonismo juvenil.

Metas: Procedimento – Parceria firmada entre Sebrae UF e instituição parceira, podendo ser: Escola e/ou Prefeitura/Secretaria de Educação e tem como público-alvo o corpo docente de escolas públicas e privadas que, por meio de capacitação e repasse de metodologia, realizado pelo Sebrae, são habilitados para multiplicar junto aos alunos a proposta do curso, de acordo com cada um dos 9 anos do ensino fundamental.

Indicadores: Indicadores Metodológicos: • Novo paradigma – empreendedorismo sistêmico e sustentável; • Metodologia semiaberta – cada instituição e professor(a) direciona para a sua realidade cultural e social; • Atividades e linguagem apropriadas para cada faixa etária; e • Favorece o desenvolvimento da coletividade, trazendo a comunidade para dentro da instituição de ensino, multiplicando conhecimentos e benefícios para a região. Eixos e Temas Transversais • Comportamentos empreendedores • Plano de negócios • Cultura da cooperação • Cultura da inovação • Ecossustentabilidade • Ética e cidadania Fundamentação Metodológica • Educação empreendedora: autonomia do aluno perante o conhecimento; • Professor como facilitador deste processo; • Espaços para aprendizagens que favoreçam o protagonismo; e • Incentivo aos comportamentos empreendedores. Capacitação dos professores • Turmas de 15 a 30 professores; • Capacitação realizada em dias sequenciais com 8h, 5h ou 4h diárias; • Participação integral obrigatória dos professores na capacitação, conforme segmento do ensino fundamental.

Resultados: Estrutura da Capacitação de Professores 1ª etapa – Fundamentação metodológica: Fundamentação teórica e metodológica do curso, plano de negócios e comportamento empreendedor. 2ª etapa – Capacitação do material de cada ano do Ensino Fundamental: • Vivência das oficinas específicas de cada ano (1º ao 9º ano): • Visão geral do material; • Conhecimento do conteúdo e programação de atividades de cada encontro; • Realização de algumas atividades para confecção dos produtos a serem comercializados, entre outras.

Informações Adicionais: Depoimentos de Educadores que Participaram da Capacitação: "Achei o conteúdo muito estimulante com oficinas práticas e quanto aos alunos, eles terão um novo caminho, poderão escolher mudar de vida com o empreendedorismo”. S.M., professora há 13 anos, da rede municipal de Altinópolis-SP. “O JEPP vai nos auxiliar no desafio de oferecer às crianças de hoje ferramentas com as quais elas possam, no futuro, resolver problemas que nós ainda nem sabemos quais serão.” Luzia Aparecida Zirundia, Secretária Municipal interina de Educação, Cultura e Turismo de Votuporanga-SP. “Esse curso vai enriquecer o conhecimento do aluno e ele poderá ser um empreendedor no futuro. Gostei tanto que vou abrir meu próprio negócio, uma empresa de bordados”. C.A., professora há 30 anos, da rede municipal de Altinópolis-SP. “As crianças passaram a ter autonomia e melhoraram o comportamento, o aproveitamento e a participação em grupo”. J.O., professora municipal de Lins-SP. Desenvolvimento com os Alunos: • Realizado pelos professores capacitados pelo Sebrae UF; • Oficinas para cada ano (1º ao 9º anos), com temáticas diferentes entre si e com linguagem adequada à faixa etária do aluno; • Base das dinâmicas e atividades propostas: comportamento empreendedor e plano de negócios; • Carga horária de 22h a 30h, com encontros de 2h ou 2h30min, aplicados uma ou duas vezes por semana. Sugestão de realizar, ao término das oficinas, a Feira Jovem Empreendedor.

Programa Mais Alfabetização

Número: 5

Responsável: Secretaria Municipal de Educação

Descrição: O Programa Mais Alfabetização - PMALFA, instituído por meio da Portaria MEC nº 142, de 22 de fevereiro de 2018, é uma estratégia do Ministério da Educação – MEC, que visa fortalecer e apoiar as unidades escolares no processo de alfabetização dos estudantes regularmente matriculados no 1º ano e no 2º ano do ensino fundamental. O Mais Alfabetização fundamenta-se na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que determina o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo. Além disso, o PMALFA reconhece que a família, a comunidade, a sociedade e o poder público devem assegurar - com absoluta prioridade - a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, nos termos do art. 227 da Constituição, bem como reconhece que a responsabilidade pela alfabetização das crianças deve ser acolhida por docentes, por gestores, pelas secretarias de educação e pelas instituições formadoras como um imperativo ético indispensável à construção de uma educação efetivamente democrática e socialmente justa. Para ser considerado alfabetizado em Língua Portuguesa, o estudante deve compreender o funcionamento do sistema alfabético de escrita; construir autonomia de leitura e apropriar-se de estratégias de compreensão e de produção de textos. Da mesma forma, para ser considerado alfabetizado em matemática, ele deve aprender a raciocinar, a representar, a comunicar, a argumentar, a resolver problemas em diferentes contextos, utilizando conceitos, procedimentos e fatos matematicamente. O Mais Alfabetização surgiu como uma estratégia do MEC diante dos resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização – ANA do Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB, criada com o intuito de avaliar o nível de alfabetização dos estudantes, ao fim do 3º ano do ensino fundamental. Tais resultados apontaram para uma quantidade significativa de crianças nos níveis insuficientes de alfabetização (leitura, escrita e matemática). O Programa dispõe de bases no reconhecimento de que os estudantes aprendem em ritmos e tempos singulares e necessitam de acompanhamento diferenciado para superarem os desafios do processo de alfabetização, garantindo a equidade na aprendizagem. O Programa entende que a alfabetização constitui o alicerce para a aquisição de outros conhecimentos escolares e para a busca de conhecimento autônomo, reconhecendo, fundamentalmente, que o professor alfabetizador tem papel fundamental nesse complexo processo. O Programa Mais Alfabetização cumpre a determinação da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, aprovada pelo Conselho Nacional de Educação – CNE, por meio da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, quando estabelece que nos dois primeiros anos do ensino fundamental, a ação pedagógica deve ter como foco a alfabetização, a fim de garantir amplas oportunidades, para que os alunos apropriem-se do sistema de escrita alfabética, de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas diversificadas de letramentos. O objetivo do PMALFA é fortalecer e apoiar as unidades escolares no processo de alfabetização - para fins de leitura, escrita e matemática - dos estudantes no 1º ano e no 2º ano do ensino fundamental. Para isso, o Ministério da Educação garantirá apoio adicional - prioritariamente no turno regular - do assistente de alfabetização ao professor alfabetizador, por um período de cinco horas semanais para unidades escolares não vulneráveis, ou de dez horas semanais para as unidades escolares vulneráveis.

Metas: Finalidades: I - a alfabetização (leitura, escrita e matemática) dos estudantes regularmente matriculados no 1º ano e no 2º ano do ensino fundamental, por meio de acompanhamento pedagógico específico; II - a prevenção ao abandono, à reprovação, à distorção idade/ano, mediante a intensificação de ações pedagógicas voltadas ao apoio e fortalecimento do processo de alfabetização.

Indicadores: I - fortalecer o processo de alfabetização dos anos iniciais do ensino fundamental, por meio do atendimento às turmas de 1º ano e de 2º ano; II - promover a integração dos processos de alfabetização das unidades escolares com a política educacional da rede de ensino; III - integrar as atividades ao Projeto Político Pedagógico - PPP da rede e das unidades escolares; IV - viabilizar atendimento diferenciado às unidades escolares vulneráveis; V - estipular metas do Programa entre o MEC, os entes federados e as unidades escolares participantes, no que se refere à alfabetização das crianças do 1º ano e do 2º ano do ensino fundamental, considerando o disposto na BNCC; VI - assegurar o monitoramento e a avaliação periódica da execução e dos resultados do Programa; VII - promover o acompanhamento sistemático pelas redes de ensino e gestão escolar, da progressão da aprendizagem dos estudantes regularmente matriculados no 1º ano e no 2º ano do ensino fundamental; VIII - estimular a cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios; IX - fortalecer a gestão pedagógica e administrativa das redes estaduais, distrital e municipais de educação e de suas unidades escolares jurisdicionadas; X - avaliar o impacto do Programa na aprendizagem dos estudantes, com o objetivo de gerar evidências para seu aperfeiçoamento.

Resultados: O monitoramento do Programa nas unidades escolares será realizado em sistema de monitoramento e acompanhamento específico, acessado por meio do PDDE Interativo, no qual as UEx deverão registrar as informações referentes aos professores alfabetizadores, assistentes de alfabetização, estudantes, turmas e plano de atendimento. Essa ação é condição necessária para participação no Programa Mais Alfabetização em exercícios subsequentes. O monitoramento do Programa nas EEx será realizado via PDDE Interativo, pelo Coordenador do Programa Mais Alfabetização, que deverá acompanhar o preenchimento dos dados de execução pelas UEx representativas das unidades escolares da rede, prestar informações solicitadas sobre a implantação do Programa em sua rede e responsabilizar-se pela devolutiva dos dados gerenciais de aprendizagens às unidades escolares. O monitoramento global do Programa será de responsabilidade da SEB-MEC e do FNDE. A SEB-MEC poderá definir metas de processos que impactam na aprendizagem a serem implementadas pelas unidades escolares e pelas secretarias estaduais, municipais e distrital de educação, para balizar a avaliação dos resultados do Programa, podendo condicionar a participação em exercícios seguintes ao cumprimento dessas metas e, ao FNDE, caberá acompanhar a execução financeira do Programa. Como parte do sistema de monitoramento, o CAEd elaborou uma proposta de avaliação constituída por testes e relatórios que visam balizar não apenas as ações pedagógicas desenvolvidas pela escola, como também a formação dos assistentes e o acompanhamento da execução do Programa, com base em indicadores confiáveis. Os testes propostos para avaliar os estudantes têm como objetivo oferecer às unidades escolares as condições para realizarem um diagnóstico acurado das habilidades básicas e essenciais que devem ser desenvolvidas pelos estudantes ao longo do ensino fundamental. Com esses testes e seus resultados, torna-se mais produtivo o trabalho do Assistente no desenvolvimento de estratégias para superar as dificuldades de aprendizagem detectadas. A proposta de aplicação dos testes foi construída para auxiliar o trabalho de acompanhamento realizado nas unidades escolares. Nesse sentido, constitui-se instrumento de planejamento das ações pelos diretores, professores e mediadores. O sistema também disponibilizará testes periódicos que deverão ser aplicados em todas as turmas que aderiram ao Programa Mais Alfabetização e também em algumas turmas que não fizeram a adesão (para o propósito de análise da efetividade do Programa): ? Avaliação Diagnóstica ou de Entrada: Esse teste tem como finalidade avaliar o nível de alfabetização das crianças no início do Programa. Dessa forma, serão avaliadas as habilidades básicas e essenciais em Língua Portuguesa e em Matemática, próprias da alfabetização. Estão disponíveis três modelos diferentes de testes, que poderão ser aplicados para avaliar o nível de alfabetização dos estudantes do 1º ano e do 2º ano do ensino fundamental. Tais testes poderão ser aplicados em uma mesma turma, utilizando, aleatoriamente, três modelos diferentes, dois modelos diferentes ou apenas um modelo. Oriente-se que essas avaliações sejam aplicadas ainda durante a primeira quinzena do mês de abril do corrente ano, uma vez que o resultado deverá ser utilizado pela escola para o planejamento das atividades do Professor Alfabetizador como as que envolvem o Assistente de Alfabetização. ? Avaliação Formativa de Processo: Já o teste de meio visa avaliar o avanço que as crianças puderam desenvolver ao longo da execução do Programa. Ele irá avaliar o desenvolvimento dos estudantes de 1º ano e de 2º ano e o quanto conseguiram evoluir no seu processo de alfabetização. ? Avaliação Formativa de saída: O teste de saída deverá ser aplicado após o término do Programa. Ele será fundamental para avaliar o trabalho dos assistentes de forma objetiva, considerando os resultados apresentados por cada turma. A devolutiva dos resultados das avaliações será realizada pelo CAEd para cada escola. Na oportunidade, serão apresentados os resultados, a análise pedagógica sobre o desempenho dos estudantes nos testes, bem como o roteiro para leitura e interpretação desses resultados, cujo objetivo é auxiliar as unidades escolares na apropriação das informações produzidas a partir da avaliação.

Informações Adicionais: O Sistema de Orientação Pedagógica e Monitoramento do PMALFA já está em funcionamento. As secretarias de educação devem acessar o sistema - o mais rápido possível - para realizarem os cadastros necessários, obterem o material de apoio para seleção dos assistentes de alfabetização, conhecerem o material de apoio para orientação das unidades escolares e estabelecerem uma rotina de acesso para acompanharem os registros das unidades escolares e organizarem devolutivas pedagógicas. O acesso ao Sistema de Orientação Pedagógica e Monitoramento do PMALFA dá-se via PDDE na aba do Programa Mais Alfabetização, na qual o Secretário, o Coordenador do Programa e os Gestores Escolares encontrarão um link de acesso ao Sistema. Ao acessar o sistema serão direcionados para Minha Página de cada perfil. Os demais perfis, ou seja, Coordenador Pedagógico da Unidade Escolar, Professor Alfabetizador e Assistente de Alfabetização deverão acessar o Sistema de Orientação Pedagógica e Monitoramento do PMALFA pelo endereço https://maisalfabetizacao.caeddigital.net, digitando CPF para login e senha. Registre-se que no Sistema de Orientação Pedagógica e Monitoramento, o Secretário, o Coordenador do Programa e os Diretores encontrarão sugestões para realização do processo seletivo do assistente de alfabetização, incluindo o modelo de edital e de sugestão de provas de seleção. Ressalte-se que as secretarias têm autonomia para a escolha do modelo de seleção a ser utilizado, contanto que, obrigatoriamente, este seja informado nesse Sistema. O Programa Mais Alfabetização integra a Política Nacional de Alfabetização



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